Obrigado, Capita!

FERJ lamenta a morte de Carlos Alberto Torres

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25/10/2016 22:19
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Jeremias Wernek/UOL

Com muito pesar, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro lamenta a morte do maior capitão da Seleção Brasileira de todos os tempos, o eterno Carlos Alberto Torres. Ídolo do Botafogo, Flamengo, Fluminense, Santos–SP e do Cosmos (EUA), o Capita, como era conhecido, foi considerado por muitos o maior lateral-direito que o futebol já teve.

Multicampeão por onde passou, Torres também deixou seu legado mesmo após encerrar a carreira como atleta exemplar. Foi campeão brasileiro com o Flamengo em 1983 e campeão da Copa Conmebol em 1993 pelo Botafogo, além de dois títulos cariocas pelo Fluminense, em 1964, 1975/76, como jogador, e 1984, como treinador.

Carlos Alberto ficou eternizado pelo gesto de beijar a Taça Jules Rimet após o título da Copa do Mundo de 1970 pela Seleção. Atualmente, o Capita era comentarista do Sportv.

Carlos Alberto Torres morreu de infarto fulminante na manhã desta terça-feira (25/10). Ele tinha 72 anos. O velório será realizado na sede da CBF, na Barra da Tijuca. O corpo do ex-jogador, técnico e comentarista será enterrado às 11 horas de quarta-feira (26/10), no Cemitério do Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro.

A FERJ, na figura do seu presidente, Dr. Rubens Lopes, se solidariza com a família na dor da perda do eterno Capitão do Tri. A FERJ decreta luto oficial de três dias em respeito à história de Carlos Alberto Torres.

Agência FERJ

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